quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SOLIDÃO DESERTA



Sozinha, dentro da noite,
A saudade é meu açoite
E me faz enlouquecer...
E dentro dessa loucura
O que mais me amargura
É a incerteza de te ter.

Rompe o dia e não termina
A ausência que alucina...
Minha alma não comporta
Tanta saudade apertando
Meu coração massacrando
Que nada mais me importa!

Quero deixar o meu pranto
Coberto de desencanto
Libertar minh’alma incerta
Quero que a chuva deságüe
Que em meu corpo enxágüe
Esta solidão deserta...





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