Natal se aproximando, mais um ano agonizando.
Lenta agonia...
Não sei se sou eu nessa transformação assustadora,
ou se é o tempo que se transforma ao meu redor.
Descobri que preciso de mais tempo.
Tempo para sintonizar os ponteiros de minha vida
com o relógio do universo.
Não sei se o tempo corre ligeiro
ou se eu permaneci no mesmo lugar
vai saber...
Não há receita para se parar o tempo.
Ele não nos espera...
Passa tão rápido que o ontem parece hoje.
E do amanhã, o que direi?
Não sei, ele não existe...
O amanhã vive apenas na esperança
Nos anseios
No querer...
Mas eu queria (ah, como eu queria!)
Poder segurar o tempo em minhas mãos
Para fazer o que não fiz
Para ter tempo de viver
Assim como sou
Melhor do que fui
Mas sempre... Eu!
(Lady S)

O tempo insiste em escapar das mãos.
ResponderExcluirSempre você. Especial. E uma poeta maravilhosa. E uma pessoa que aprendi a gostar, de verdade.
ResponderExcluirMilla, querida! Adorei o novo blog!
Já linkei, claro!
Um beijo grande e meu carinho sempre!